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Acusado de matar açougueiro a pauladas em Jaguariaíva já espancou outra pessoa, diz polícia

Primeiro crime aconteceu em 2025, quando o suspeito agrediu outra pessoa com um pedaço de pau; Alcides Miguel de Castro foi assassinado no domingo (10)

Por: DAVI MARTINS Fonte: DA REDAÇÃO COM G1
19/01/2026 às 10h38 Atualizada em 19/01/2026 às 10h58
Acusado de matar açougueiro a pauladas em Jaguariaíva já espancou outra pessoa, diz polícia
O homicídio ocorreu no último domingo (10), quando Alcides, conhecido como Cide, foi atacado com pauladas no meio da rua. Foto: Divulgação

DA REDAÇÃO/G1 - FOLHA EXTRA

JAGUARIAÍVA - O homem preso por envolvimento na morte do açougueiro Alcides Miguel de Castro, de 53 anos, em Jaguariaíva, nos Campos Gerais do Paraná, já havia cometido um crime semelhante anteriormente, segundo a Polícia Civil. De acordo com as autoridades, o suspeito tem um registro por lesão corporal após agredir outra pessoa com um pedaço de pau em 2025.

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O homicídio ocorreu no último domingo (10), quando Alcides, conhecido como Cide, foi atacado com pauladas no meio da rua. Ele chegou a ser socorrido e internado em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na quarta-feira (14).

As investigações apontam que o crime teve motivação de vingança. O açougueiro apareceu em um vídeo que circulou nas redes sociais e mostrava duas mulheres tentando furtar carne de um mercado da cidade após serem abordadas por um funcionário do estabelecimento. Alcides presenciava a situação no momento da gravação.

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Segundo a polícia, familiares das mulheres reconheceram o açougueiro nas imagens. O irmão de uma delas, identificado como Gilmar Miranda de Matos, acompanhado do amigo Julio Cesar Manoel de Oliveira, teria decidido retaliar a vítima. Os dois são suspeitos de agredir Alcides com pauladas em via pública. As agressões foram filmadas e o vídeo integra o inquérito policial.

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“A vítima foi covardemente atingida por reiterados golpes de paulada na região da cabeça. Mesmo após perder a consciência, as agressões continuaram, resultando em lesões gravíssimas e perda de massa encefálica”, afirmou o delegado William Arantes Nunes.

Após o ataque, os suspeitos fugiram, mas foram localizados e presos em flagrante horas depois. A prisão foi convertida em preventiva, sem prazo determinado. Até o momento, nenhum dos dois constituiu advogado, e não foi possível obter posicionamento da defesa.

A Polícia Civil segue ouvindo testemunhas, apurando a possível participação de outras pessoas e reunindo provas para a conclusão do inquérito.

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