
Nas últimas semanas, os bebês reborn têm inundado as redes sociais envolvidos em situações que vão das mais graves até as mais inusitadas. Nesta semana, viralisou o caso de um motorista que levou uma multa por transportar uma criança no banco da frente, mas segundo ele, era um bebê reborn.
Segundo as informações divulgadas pela Folha de Telêmaco, um homem que mora no bairro São Silvestre recebeu uma multa de trânsito e, ao verificar a infração, seria pelo fato dele transportar uma criança no banco da frente do seu veículo. Porém, segundo ele, na verdade ele transportava um bebê reborn de sua sobrinha.
Diante da situação, o motorista recorreu da infração alegando que não foi parado pelo agente de trânsito que, segundo ele, deve ter visto o boneco e acreditado se tratar de uma criança de verdade.
O caso deve ser avaliado.
Ainda nas redes sociais, alguns motoristas de aplicativos em diferentes cidades do Brasil tem relatado que mães de bebê reborn tem exigido que seus “filhos” sejam transportados na cadeirinha.
Os casos seguem ganhando repercussão e, em Santa Catarina, uma mulher ficou revoltada após equipes de um posto de Saúde se negarem a vacinar o bebê reborn da sua filha de quatro anos. Segundo a equipe, a mulher ficou exaltada ao ser informada que os profissionais não poderiam desperdiçar os materiais. O caso aconteceu em janeiro e foi confirmado pelo G1 notícias no último final de semana após os casos envolvendo bebês reborn tomarem grande repercussão.
Diante do que parece ser um “Surto coletivo”, o assunto já chegou a Assembleias do Rio de Janeiro e Minas Gerais e também já vem sendo discutido nas Câmaras de Vereadores de Curitiba e Londrina. Além disso, também foram apresentados três projetos de Lei na Câmara dos Deputados propondo a proibição de atendimento real aos bonecos, criação de apoio psicológico para quem tem vínculo psicológico com os bonecos e aplicação de multa de até R$ 30 mil para quem procurar atendimento médico, furar filas entre outras situações utilizando os bonecos.