Prefeitura promove maior regularização fundiária da história de Jaguariaíva

Prefeitura promove maior regularização fundiária da história de Jaguariaíva

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28/01/2019 às 17h10 Atualizada em 28/01/2019 às 19h10
Prefeitura promove maior regularização fundiária da história de Jaguariaíva

Neste fim de semana famílias dos bairros Primavera III, Santa Cecília, Boa Vista, Pedrinha, Remonta, Bosque da Saúde e Lagoão se reuniram para o cadastramento da regularização de 850 lotes no município de Jaguariaíva.

Apontada como a maior regularização fundiária já realizada no município, o programa foi uma iniciativa da prefeitura municipal em parceria com a Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná), por meio do Programa Morar Legal do Governo do Estado, que beneficiará 929 famílias com a documentação dos imóveis.

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Fabricio Zanoli da Urbaniza Engenharia Consultiva, empresa vencedora da licitação para a regularização, explica porque algumas famílias ficaram de fora do programa. “Não é toda área que entra nessa delimitação de regularização, mas as áreas públicas que eram do município ou estado e foram ocupadas, salvo um caso específico de uma área particular, contudo, vamos fazer um estudo de todas as áreas onde ainda não há documentação”, afirma.

O prefeito de Jaguariaíva, Juca Sloboda (DEM), considerou o projeto um grande passo para o município, que nunca havia tido uma mobilização deste porte no setor fundiário. “A regularização é importante tanto na parte jurídica, quanto social, pois traz uma segurança ao morador que é a posse do imóvel com documentação legalizada. Foram aplicados trabalhos de engenharia, topografia e assistência social para levantar as demandas fundiárias destes bairros. Nesta etapa foram 929 famílias, mas haverão novos processos que devem contemplar mais áreas”, assegurou.

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Programa beneficiará centenas de famílias

 

As despesas com os títulos serão subsidiadas com recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza, contudo haverá uma contrapartida das famílias que receberão o documento dos terrenos. Cada proprietário deve pagar 22 parcelas mensais de R$ 80 reais pela documentação, que legalizará a propriedade do imóvel ocupado.

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O valor é bem abaixo do total estimado pelos cartórios. Por exemplo, considerando uma propriedade no valor de R$ 50 mil, o morador gastaria 2% do valor do imóvel com ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e 0,2% de Funrejus (Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário), além de custas com a certidão, escritura e registro, chegando a um valor aproximado de R$ 2.500, no mínimo, sem possibilidade de parcelamento à longo prazo.

Serafina Gonçalves de Paula, moradora do Bairro Pedrinha há 26 anos, aguardava com grande expectativa a regularização de sua residência. “Estou muito feliz, agora serei dona no papel da casa onde moro há tanto tempo”, comemora.

Moradores fizeram o cadastramento no último final de semana