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Agricultura investe R$ 130 milhões em programas sociais

Agricultura investe R$ 130 milhões em programas sociais

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18/12/2017 às 15h43 Atualizada em 18/12/2017 às 17h43
Agricultura investe R$ 130 milhões em programas sociais

A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento intensificou neste ano as ações de segurança alimentar e nutricional para atender as famílias que estão no campo, na cidade em situação de vulnerabilidade social e nutricional, que muitas vezes não têm acesso ao alimento.

Esse setor será ainda mais fortalecido em 2018, promete o secretário Norberto Ortigara. Os projetos em execução vão além das ações de estímulo à produção e geração de renda. Eles visam garantir as necessidades nutricionais básicas dessas famílias, que envolvem questões de Saúde, Educação Alimentar, Proteção ao Meio Ambiente, Sustentabilidade, Abastecimento, entre outras.

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Estão sendo investidos cerca de R$ 130 milhões em programas como Leite das Crianças, Restaurantes Populares, Mais Renda no Campo, Modernização de Banco de Alimentos das Ceasas e Cozinhas Comunitárias. São iniciativas que ajudam a reduzir a pobreza e as desigualdades regionais e proporcionam acesso a alimentos de qualidade.

De acordo com a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional, da Secretaria, Valéria Nitsche, outras ações foram executadas e serão fortalecidas no ano que vem. Entre elas, campanhas e cartilhas para divulgar o plano estadual de segurança alimentar e nutricional; alimentação saudável e soberania alimentar.

MAIS RENDA NO CAMPO

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Trata-se de uma ação para promover a geração de renda e desenvolvimento, ampliar a produção e o acesso a alimentos diversificados e de qualidade e ainda reduzir a pobreza e desigualdades. O público beneficiário são produtores vinculados a cooperativas e associações de produtores rurais de 267 municípios.

Serão atendidos 56 projetos no valor total de R$ 9 milhões. A região que mais acessou esse programa foi Curitiba, com a apresentação de 13 projetos, seguida por Cascavel, com 7 projetos; Pato Branco com 6 projetos e Francisco Beltrão e Maringá, com 5 projetos cada um.

O projeto apoia a aquisição de material permanente, de consumo e assistência técnica para o fomento à produção orgânica, saneamento básico e proteção de fontes, preservação e recuperação ambiental, inovação tecnológica e boas práticas de produção até o limite de R$ 250 mil por cooperativa ou associação.

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