

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) concluiu a avaliação da malha rodoviária estadual de 2024, apontando que 71% das rodovias pavimentadas estão em condições boas ou muito boas, o melhor índice desde 2002. No ano anterior, o percentual era de 68%, e no início da série, 32%. Os trechos em condições ruins ou péssimas caíram para 3%, o menor patamar histórico.
A maior obra portuária do Brasil chegou a 67% de conclusão e deve ser entregue em dezembro de 2025. Com investimento de R$ 650 milhões, o Moegão terá capacidade para descarregar até 900 vagões por dia. O complexo vai unificar operações, reduzir cruzamentos ferroviários de 16 para cinco e ampliar a eficiência do Porto de Paranaguá.
Entre janeiro e julho de 2025 apreensão de drogas cresceu 42,7% em relação a 2024 na Tríplice Fronteira. Foram retiradas de circulação 213,5 toneladas de drogas. A ação das forças policiais da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp/PR) gerou um prejuízo de R$ 600 milhões ao crime organizado. Os dados reforçam a intensificação do combate ao tráfico na divisa com Argentina e Paraguai.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7796), proposta por entidades de síndrome de Down, questiona leis do Paraná que financiam escolas especiais (Leis 17.656/2013 e 18.419/2015).As autoras alegam segregação e limitação curricular nas instituições especializadas. O caso afeta 343 escolas e mais de 40 mil alunos; desde 2023, há uma parceria anual de R$ 480 milhões com o Estado. A definição ainda não tem data para julgamento.
Contrário à ADI, o senador Flávio Arns afirma que o texto “não condiz com a realidade”. “Dizer que todos devem estar em classe comum, sem considerar individualidades, é um absurdo”, diz. Ele cita a Constituição (art. 208, III) e a LBI para defender atendimento especializado e preferência, não exclusividade, pela classe comum. Para as entidades, manter as leis estaduais garante segurança jurídica às escolas autorizadas e referência de atendimento.
Reformado pela Secretaria da Educação, o espaço reabriu na terça-feira (26) para preservar a memória da educação pública no Estado. O acervo reúne mobiliário das décadas de 1940 e 1950, objetos escolares, fotografias e documentos históricos. O museu funciona de segunda a sexta, das 9h às 13h e das 14h às 17h, no bairro Batel, em Curitiba.
O Governo Federal vai ampliar a rede do Instituto Federal do Paraná com cinco novos campi em Araucária, Cambé, Cianorte, Maringá e Toledo. Os editais de licitação já foram publicados e a previsão é de abertura de mais de 7 mil vagas. Atualmente, o IFPR atende cerca de 30 mil estudantes em 39 municípios, com 310 cursos ofertados. As obras fazem parte do pacote de 100 novos institutos previsto no Novo PAC da Educação.
O Novo PAC da Educação prevê R$ 3,9 bilhões em investimentos no país, sendo R$ 2,5 bilhões para a construção de novos campi e R$ 1,4 bilhão para infraestrutura. No Paraná, além do IFPR, universidades federais receberão R$ 113,5 milhões. As instituições contempladas são UFPR, UTFPR, Unila e UFFS. A iniciativa deve criar 140 mil vagas em todo o Brasil, com foco nos cursos técnicos integrados ao ensino médio.
O feijão e arroz estão mais baratos no Paraná. De janeiro a julho, o feijão preto caiu 29,47% e o arroz 17,63% em Curitiba e Região Metropolitana, segundo a Fecomércio PR. No estado, os recuos chegaram a 27,51% e 22,29%, respectivamente, acima da média nacional. A boa safra, o clima favorável e a redução de custos explicam a queda, que traz alívio ao bolso do consumidor.
O presidente do TRE-PR, desembargador Sigurd Roberto Bengtsson, e o procurador-geral de Justiça, Francisco Zanicotti, assinaram nesta semana o Acordo de Cooperação Técnica nº 14/2025. O documento prevê pesquisas, estudos e cursos de capacitação em áreas como direito penal e processo penal. A parceria busca aprimorar os serviços prestados pela Justiça Eleitoral e pelo Ministério Público em benefício da sociedade.