
Na manhã desta terça-feira (6), uma reunião entre representantes do poder público municipal, Sebrae e setor produtivo discutiu novas possibilidades para o desenvolvimento da apicultura em Arapoti. O encontro foi realizado com foco na apresentação do Plano de Trabalho 2025 voltado à Associação dos Apicultores Campos Floridos (AAPICAF).
O prefeito Irani Barros e o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Luiz Onofre Gmunder Louzada, acompanharam a apresentação dos consultores do Sebrae, que detalharam as propostas previstas no plano. Entre os destaques estão o atendimento individualizado aos apicultores, criação de uma marca coletiva para os produtos locais, consultorias técnicas, capacitações, cursos e a realização de seminários voltados ao setor.
A proposta visa fortalecer a cadeia produtiva do mel e derivados, com foco na profissionalização dos produtores, aumento da competitividade e valorização do produto regional. Também participaram da reunião a chefe do setor de Desenvolvimento Econômico, Evelyn Frandini, e o representante social da Klabin, Maurício Batista.
Durante o encontro, os participantes discutiram estratégias para ampliar a participação dos apicultores no mercado e melhorar a visibilidade dos produtos locais. A criação de uma marca coletiva foi apontada como uma das principais ferramentas para agregar valor e padronizar a produção, além de facilitar o acesso a novos canais de comercialização.
O Plano de Trabalho será analisado pelo poder público e pela associação, com o objetivo de alinhar as metas aos recursos disponíveis e às demandas do setor. A parceria com o Sebrae tem como foco a implementação de ações práticas e estruturantes, voltadas ao desenvolvimento econômico sustentável.
A iniciativa faz parte de um esforço conjunto para incentivar o empreendedorismo rural em Arapoti e fomentar atividades com potencial de geração de renda e inclusão produtiva. A apicultura, além de sua importância econômica, também é reconhecida por seu papel ambiental, especialmente na polinização de culturas agrícolas e preservação da biodiversidade.
A proposta será avaliada para possível implementação ao longo de 2025, com o apoio técnico das instituições envolvidas e a participação direta dos produtores locais.