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Municípios da região aderem a consórcios de aterros para acabar com “Lixões”

Municípios da região aderem a consórcios de aterros para acabar com “Lixões”

Por: Da Redação
26/03/2021 às 13h46 Atualizada em 26/03/2021 às 16h46
Municípios da região aderem a consórcios de aterros para acabar com “Lixões”

Em 2020, houve redução de 17% da quantidade de lixões em relação ao ano anterior, passando de 3.257 para 2.707 lixões, segundo dados levantados pela Associação Brasileira de Tratamento de Resíduos e Afluentes (Abtre). Esse resultado é reflexo do Programa Lixão Zero, do Ministério do Meio Ambiente, que também contribuiu para abertura de discussões entre profissionais da área ambiental sobre o Marco Regulatório do Saneamento Básico. Nas novas regras dessa regulação, os lixões “teoricamente” estariam com os dias contados à curto prazo. O decreto que trata sobre a questão, foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no dia (24) de dezembro de 2020, onde a Agência Nacional das Águas –ANA, fica encarregada de regular e dar suporte técnico aos Estados e Municípios brasileiros com recursos que deverão partir do governo federal, com previsão de investimento em mais de 55 bilhões em saneamento no país. O novo marco também coloca a obrigação da licitação para contratação de empresas que oferecem o serviço, assim como a prorrogação de contratos firmados em 2020, com empresas de coleta seletiva e as de fornecimento de água potável, com meta de universalização do saneamento até 2033.

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A procrastinação da solução dos lixões no Brasil vem se arrastando desde 2014, quando o Plano Nacional de Resíduos Sólidos(PNRS) fez previsão da desativação desses locais, na condição de que cada município possuísse o plano municipal de gestão de resíduos, prorrogável até o dia (2) de agosto de 2022, e do contrário, (2) de agosto de 2021 encerra o prazo para cidades capitais de Estados e integrantes de região metropolitana.

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Aterros do Norte Pioneiro

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Na realidade do Norte Pioneiro, a maioria dos municípios (que são de pequeno porte) já aderiram a consórcios para o adequação dos antigos lixões, com tratamento de resíduos em Aterro Sanitário, como no caso do CIAS entre Siqueira Campos, Tomazina, Pinhalão, Jaboti e Japira. Na microrregião de Wenceslau Braz, Santana do Itararé e São José da Boa Vista uniram forças para ação consorciada de aterro, a adesão foi realizada em 2014, ao Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional do Território Divisa Norte do Paraná (CODREN), que mantém aterro controlado.

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No município sede da Comarca (Wenceslau Braz), também mantém aterro controlado, intermediário entre lixão e aterro sanitário, por ser impermeabilizado, mas não possuir queima de gás metano e outras características. O novo prazo para adequação de cidades de pequeno porte (menos de 50 mil habitantes) se estende até o dia (2) de agosto de 2024, com tempo hábil para avanços na adequação do aterro de Wenceslau e de outros municípios que ainda mantem lixão a céu aberto.

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