
Além da pandemia do novo coronavírus, o Paraná vive ainda uma epidemia de dengue, se isso não fosse o bastante, alguns municípios do estado registraram casos de epizootia, isso é, morte de macacos causadas pela Febre Amarela. Em Jaguariaíva a prefeitura divulgou nota esclarecendo um caso registrado no município e alertando a população sobre a importância da imunização.
De acordo com a nota, no último dia 31 de março foi confirmado que um macaco encontrado morto no bairro Rural Espigão Alto teve o óbito causado pela Febre Amarela. Considerando a confirmação da circulação na região do município, a prefeitura orienta que o grupo formado por mulheres em idade fértil, gestantes, lactantes e idosos com idade superior a 60 anos seja imunizado.
Além do grupo principal alvo da imunização, a prefeitura orienta que também busquem a vacina todos aqueles que nunca tomaram alguma dose contra a Febre Amarela. Neste caso, crianças com idade a partir dos 9 meses, adultos de todas as idades, idosos e gestantes devem ser vacinados. Já as crianças com quatro anos de idade devem receber a dose de reforço da vacina. Para isso, basta procurar uma unidade de Saúde para receber a dose da vacina.
A secretaria de Saúde ainda divulgou os horários em que as Unidades Básicas de Saúde estarão funcionando durante a semana de vacina: UBS Drº Hélio Araújo de Mais – das 08:00 as 21:00 hrs;UBS Drº Domingos Cunha – das 08:00 as 21:00 hrs;UBS Drº Américo Faustino de Carvalho – das 08:00 as 17:00 hrs.
Sobre a Doença
Assim como a Dengue, a Febre Amarela também é uma doença transmitida por mosquitos vetores. Trata-se de uma infecção febril aguda. A contaminação pode acontecer tanto em áreas rurais quanto em ambientes urbanos.
Trata-se de uma doença que apresenta gravidade clínica ao paciente e uma das principais formas de prevenir a contaminação é a imunização e o combate aos focos de proliferação dos mosquitos uma vez que a doença não é transmitida diretamente de uma pessoa para outra.
É importante destacar que o macaco não é o responsável pela doença e sim serve como uma espécie de “radar” para que as autoridades de Saúde possam monitorar a circulação do vírus em determinadas áreas.