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Jovem de 14 anos é assassinada por namorado em Calógeras

Jovem de 14 anos é assassinada por namorado em Calógeras

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05/12/2014 às 11h04 Atualizada em 05/12/2014 às 13h04

[caption id="attachment_4072" align="aligncenter" width="600"]Jovem-de-14-anos-é-assassinada-por-namorado-em-Calógeras Até onde se sabe, o crime foi passional, e supostos desentendimentos entre o casal seria a motivação para o assassinato - FOTO ARQUIVO PESSOAL[/caption]

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Um crime brutal acabou com a paz e tranqüilidade típicas da rotina dos moradores de Calógeras, distrito de Arapoti localizado às margens da PR-092 entre o município e Wenceslau Braz. Uma jovem de apenas 14 anos teve a vida ceifada após ser esfaqueada pelo próprio namorado, um rapaz de 19 anos.

O crime aconteceu na manhã desta quinta-feira (4), em frente a única escola da comunidade, quando a adolescente saía da aula. Segundo informações da Polícia Militar, o namorado da vítima desferiu diversas facadas contra a jovem, que não resistiu à gravidade dos ferimentos e faleceu na hora. A PM não revelou o nome de ambos.

As colegas da escola da vítima presenciaram o crime e logo acionaram a polícia. Diligências contando com policiais civis e militares foram realizadas no distrito e nas redondezas, porém o agressor fugiu e até onde se sabe, ele teria telefonado para a própria mãe avisando que tinha fugido para outra região. O agressor é morador da zona rural de Arapoti.

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Até onde se sabe, o crime foi passional, e supostos desentendimentos entre o casal seria a motivação para o assassinato. Segundo familiares da vítima, o rapaz já tinha ameaçado a jovem em outras oportunidades.

Em Calógeras o clima é de descrédito naquilo que até então era apenas “coisa de se ver pela televisão”, além de um grande sentimento coletivo de luto. “Ninguém está acreditando no que aconteceu. É muito fora do nosso dia a dia. A menina estava feliz e bem quando foi pra escola, e de repente acontece uma barbaridade desta. A gente assiste coisas assim na televisão, mas tenho certeza que ninguém aqui achava que um dia aconteceria com a gente”, lamenta uma moradora do distrito que pediu para não ter o nome revelado.

DA REDAÇÃO

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