
Separada de sua irmã ainda quando era criança, Maria Aparecida Silvério, uma idosa de 77 anos de idade procura por seus familiares que moraram na cidade de Siqueira Campos. Moradora da cidade de Indaiatuba, Maria Aparecida tem poucas lembranças de sua irmã, mas sabe que ela se casou e morou na cidade, onde construíram uma padaria e se alicerçaram no município, mas nunca mais Maria ouviu falar de seus familiares, e sonha em reencontrá-los.
“Ela sempre pediu para que nós procurássemos sua irmã ou filhos e netos dela. É um desejo que vem de anos”, disse Luciana Silvério Evangelista, sobrinha de Maria Aparecida à reportagem da Folha. Segundo a sobrinha, os familiares já tentaram meios de encontrar sua irmã, mas não obtiveram sucesso. “Chegamos a enviar um e-mail para um programa de televisão, mas ninguém nunca nos ajudou nesta missão”, contou.
Nascida no Paraná, Maria Aparecida é filha de Antônio Sebastião Silvério. O drama da família começou quando a mãe de sua irmã, Clarinda, faleceu, e seu pai se casou com uma outra mulher. “Quando ele se casou novamente, minha tia conheceu a Clarinda, que é a filha do primeiro casamento, mas algum tempo depois, meu avô se mudou de cidade e, desde então, minha tia nunca mais viu sua irmã novamente”, contou Luciana Silvério Evangelista, sobrinha de Maria Aparecida.
Com a separação, a família não teve mais contato com Clarinda, até receber a notícia, tempos atrás, de que ela teria ido para a cidade de Siqueira Campos, no Norte Pioneiro do Paraná, onde se casou com um homem chamado Ermindo. “Foi a última notícia que a minha tia recebeu da irmã. Depois disso, nunca mais ouvimos falar dela”, enfatizou Luciana.
Casada e morando no Norte Pioneiro, Clarinda e seu esposo abriram uma padaria em frente a um ponto de ônibus em Siqueira Campos, mas a família de Maria Aparecida ainda não recebeu mais notícias sobre a irmã ou de seus filhos e netos que possam ter nascido com o passar do tempo.
Os anos se passaram, e a saudade e o desejo de rever sua irmã acompanhou Maria Aparecida durante todos esses anos. “Ela sempre pediu para que nós procurássemos sua irmã ou filhos e netos dela. É um desejo que vem de anos”, disse Luciana à reportagem da Folha. Segundo a sobrinha, os familiares já tentaram meios de encontrar sua irmã, mas não obtiveram sucesso. “Chegamos a enviar um e-mail para um programa de televisão, mas ninguém nunca nos ajudou nesta missão”, contou.
Por seu avô ter morado no Paraná por volta de 1950, os registros não ajudaram a família a encontrar mais informações sobre o paradeiro dos familiares, o que gerou desânimo. “É muito difícil de encontrar algo sobre eles, pois na época em que nasceram, não haviam registros. Tanto que a minha tia tem 77 anos de idade porque falaram que ela tem, mas ela não sabe se realmente tem essa idade”, afirmou Luciana.
Contudo, uma nova chama pela busca nasceu dias atrás, quando Maria Aparecida pediu novamente para Luciana procurar seus familiares. “Já havíamos tentado, mas não conseguimos e desistimos, mas dias atrás eu fiz uma visita para ela, e ela me pediu novamente e eu resolvi tentar de novo”, comentou Luciana.
A partir deste novo pedido da tia, Luciana publicou em suas redes sociais uma prévia da história e, nesta terça-feira (25), entrou em contato com a reportagem da Folha para divulgar o pedido de ajuda para que Maria Aparecida consiga encontrar seus familiares. Portanto, caso os leitores tenham alguma informação sobre a família de Antônio Sebastião Silvério, Clarinda ou Ermindo, podem entrar em contato com Luciana através do WhatsApp (19) 98837-8717.