
Na tarde da última terça-feira (18), uma situação trágica chocou a cidade de São José da Boa Vista após um senhor de 79 anos de idade ter sido atacado por um cachorro no quintal de sua residência. O idoso saiu com vida da situação, mas teve seu braço direito gravemente ferido e com cortes profundos.
Segundo relatos da filha da vítima, o homem havia saído de casa para cuidar de sua plantação de milho, que fica dentro do seu quintal, quando o animal, que estava preso por uma coleira, conseguiu se soltar e avançou agressivamente contra ele.
“Meu pai havia saído de casa para cuidar de sua plantação, que fica separada apenas por uma cerca da casa. No quintal, o cachorro estava preso por uma coleira, mas quando meu pai saiu em direção à plantação, o cachorro arrebentou a coleira e foi para cima dele”, contou a filha exclusivamente à reportagem da Folha.
Conforme as explicações da filha, o animal tentou agredir o pescoço do idoso, que se protegeu e acabou tendo seu braço direito gravemente ferido. “O cachorro tentou avançar no pescoço do meu pai, mas ele colocou a mão na frente para não deixar isso acontecer, foi então que o cachorro começou a morder seu braço”, explicou.
Além de ter atacado seu pai, o cachorro também tentou atacar seu tio, que tentou ajudar o idoso a sair da situação. “Quando o cachorro estava atacando meu pai, meu tio chegou e foi tentar ajudar, foi quando ele tentou atacar o pescoço do meu tio também, mas ele conseguiu se proteger”, contou a filha da vítima.
Com a gravidade da situação, o idoso foi encaminhado para o hospital, onde foram constatados vários cortes profundos em seu braço direito. “Por conta da idade dele, os médicos não quiseram dar pontos, mas enfaixaram o braço e pediram alguns exames e medicamentos para meu pai”, contou a filha.
Ainda segundo as explicações da filha, o cachorro não é de raça, mas vive preso no quintal, o que pode ter desencadeado o ataque. “O cachorro é da minha tia, mas fica no quintal do meu pai e eu acredito que não seja apenas a raça que faz com que o animal seja agressivo, mas também a forma em que é tratado”, disse a filha.