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Em meio a votação sobre liberação, veja verdades e mitos relacionados a maconha

Após liberada para o consumo, diversas dúvidas surgem sobre o uso da maconha, gerando diversos mitos entre as comunidades

27/06/2024 às 13h52 Atualizada em 27/06/2024 às 13h59
Por: Marcelo Aguiar Fonte: Redação
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Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet
Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

Na última terça-feira (25), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria de votos, descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal. Portanto, o uso da maconha não será mais considerado um crime em território brasileiro.

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No entanto, também foram analisados os critérios para diferenciar o uso do entorpecente com o tráfico do mesmo. Contudo, os ministros ainda não definiram um parâmetro para separar usuário de traficante.

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Diversas dúvidas sobre o uso da maconha, tomam conta das redes sociais, portanto a reportagem realizou uma pesquisa, onde constam que diversos mitos foram criados a partir do uso da maconha. Contudo, acompanhe agora, verdades e mitos relacionados ao uso do entorpecente.

Um dos principais mitos criados através do uso da maconha, é de que ela pode queimar neurônios. De acordo com o presidente do Conselho da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Claudio Lottenberg, não há evidências de que a maconha tenha o efeito de queimar os neurônios do usuário. No entanto, ele destaca que a droga possui potencial para afetar o sistema nervoso central e causar danos, especialmente para os mais jovens.

Comparada a outras drogas, especialistas explicam que a maconha possui um dos menores potenciais para o risco de vício. No entanto, Claudio Lottenberg afirma que a substância THC, presente na cannabis, é responsável pelos efeitos psicoativos e neurotóxicos e afeta o sistema que regula funções como humor, apetite e memória.

De acordo com dados coletados pela reportagem, a maconha é a droga ilegal mais utilizada, mas não há indício de que a maconha cause reações químicas que levem a pessoa a desejar ou necessitar de drogas mais fortes, pois possui um pequeno potencial de vício.

No contexto do consumo da maconha, há um mito de que seus efeitos são uniformes para todos os usuários, mas diversos fatores influenciam como cada indivíduo reage à substância. Claudio Lottenberg explica que assim como o consumo de bebidas alcoólicas, a maconha pode gerar reações diferentes nas pessoas.

Outro mito gerado pela comunidade, é a possibilidade de overdose por uso excessivo da maconha. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), não há evidências de morte por overdose pelo consumo de maconha.

Já mitos que possuem embasamento verídico e comprovações científicas, são os de que a maconha pode causar transtornos mentais, pode agravar quadros de depressão e também pode ser menos prejudicial para a saúde do que o cigarro.

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