
Os esforços do governo do Paraná para manutenção da fabrica da Yoki em Cambará não param. Após a direção do grupo General Mills, dono da marca, informar o fim das atividades na unidade de Cambará, no Norte Pioneiro, até dezembro deste ano, equipes tem se reunido para buscar uma solução e manter os empregos gerados pela multinacional.
Nesta terça-feira (17), o secretário de Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, esteve reunido em Curitiba com equipes de outros setores do governo estadual e do município para discutir o assunto e buscar uma solução para que quase mil trabalhadores não fiquem desempregados.
De acordo com Mauro Moraes, o governo vai realizar uma reunião com representantes do grupo General Mills a fim de oferecer incentivos para que a empresa permaneça com suas atividades em Cambará. Além disso, caso não haja interesse da empresa em permanecer no município, o plano B é sugerir a locação ou venda do imóvel e seus maquinários para outra empresa que possa se instalar no município.
“Nosso foco está em manter os empregos e a geração de renda no município. Vamos tentar conversar com o pessoal da General Mills para continuar na cidade, mas se de fato a intenção for deixar o estado, há outras fábricas interessadas em produzir nas instalações da Yoki. Seja com eles ou com uma nova empresa, vamos buscar uma maneira de garantir os empregos para a população de Cambará”, disse o secretário.
Atualmente a fábrica da Yoki emprega cerca de 750 pessoas de forma direta, mas o encerramento das atividades pode impactar outros 1.500 postos de trabalho indiretos. Além disso, a queda na arrecadação dos cofres municipais gira em torno de R$ 6 milhões.