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Luciano Vavá cobra prefeitura por taxas do cemitério e trabalho híbrido

De acordo com o parlamentar, impostos cobrados estão prejudicando a população mais carente e “Trabalho em Casa” para secretários é uma vergonha

Por: Marcelo Aguiar Fonte: Redação
06/10/2022 às 15h03
Luciano Vavá cobra prefeitura por taxas do cemitério e trabalho híbrido
Foto: Divulgação.

Durante a sessão ordinária da última segunda-feira (05) da Câmara de Vereadores, o vereador Luciano Vavá fez duras críticas contra a atual administração da Prefeitura Municipal de Arapoti.

Vavá foi a tribuna e começou falando sobre as taxas que estão sendo cobradas referentes aos serviços de manutenção, na capela mortuária e para sepultamento de pessoas no cemitério do município. “Gostaria de chamar a atenção do Poder Executivo pelas taxas abusivas que estão sendo cobradas no cemitério. Existe uma taxa de manutenção que antigamente era paga de três em três anos, mas agora é anual. Fico pensando como que pode as pessoas mais humildes que precisam da capela para velar seus entes, precisando do coveiro para o sepultamento, tem que pagar tanto imposto justo na hora que você mais precisa”, disse o vereador.

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Luciano citou o exemplo de uma pessoa que precisou pagar os valores para realizar o sepultamento de um familiar, além de falar sobre a arrecadação do município e cobrar investimentos. “Conversei com uma senhora na semana passada e ela me contou que pagou mais de R$ 500 para enterrar seu ente querido. Então fico pensando, qual a maneira que estamos tratando nosso povo? Só para pagar imposto. Nossa cidade arrecada cerca de R$ 8 milhões e as pessoas têm pagar essas taxas em um momento tão difícil. Já falei que a prefeitura não é banco para guardar dinheiro. Temos que utilizar o dinheiro para melhorar a vida das pessoas, melhorar a Saúde, conseguir exames para a população. O dinheiro tem que ser investido”, pontuou.

Outra cobrança do vereador ao prefeito Irani Barros foi com relação a um decreto que possibilita o trabalho híbrido por parte dos secretários municipais, decisão que causou desconforto entre os parlamentares e revolta por parte da população. “Que tapa na cara da população, do servidor público que tem hora para chegar e para sair, que se não cumprir o horário ou faltar um dia é descontado. Esse tipo de coisa não pode acontecer, a gestão tem que ser clara, limpa e com educação valorizando as pessoas que votaram na gente. Vamos tomar linha, tomar rédea prefeito, porque com esse decreto fica difícil”, frisou Vavá.