

Todo menino quando nasce, principalmente se for em uma família que preza o bom e velho futebol, acaba sendo pressionado a ter um bom desempenho com “la pelota”.
Pressão, paixão, emoção, nada disso fará sentido se não houver vocação para disputar um lugar ao Sol com milhares de mini craques nascendo todos os dias nas bocas dos pais e mães de todo o Brasil. A realidade é que, apesar do talento, a oferta se tornou muito maior que a demanda e, ser apenas craque não basta, tem que ser “o cara”.
Vendo esse cenário tão polarizado, algumas crianças e adolescentes expandem seus talentos para outras áreas, que não são só outras segundas, terceiras e quartas opções, mas alternativas de se destacar em algum esporte e sair da tradição do futebol, criada para muitos sonhares e pouquíssimos brilharem de verdade.
E quando se abre o leque, aí tem para todos os talentos. Atletismo, hipismo, ciclismo, esgrima, ginástica, basebol, lutas, enfim, dezenas de opções para todas as idades, afinal se o céu tem infinitas estrelas, porque olhar apenas para o Sol?