Digitais podem ajudar polícia a identificar sequestradores de gerente bancário

Digitais podem ajudar polícia a identificar sequestradores de gerente bancário

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09/02/2018 às 11h29 Atualizada em 09/02/2018 às 13h29

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{"Peru00edcia na residu00eancia da famu00edlia deve ajudar na identificau00e7u00e3o dos sequestradores (Imagem":" Reproduu00e7u00e3o/Antu00f4nio de Picolli)"}

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O gerente do Banco do Brasil, agência de Santo Antônio da Platina, viveu momentos de terror durante a noite desta quarta-feira (7) e madrugada da quinta-feira (8). Ele e a família tiveram a residência invadida por três criminosos armados que anunciaram o sequestro. Na manhã da quinta, a mulher do bancário teve de sacar R$ 200 mil para que o marido e uma filha fossem liberados pelos criminosos.

Agora, a Polícia Civil instaurou um inquérito que vai investigar o crime que envolveu Ricardo Figueiredo e sua família. O Grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão) coordena as ações, pois tratasse de um crime de extorsão mediante sequestro.

A perícia já recolheu impressões digitais no imóvel da família, além de já terem sido confeccionados retratos falados dos suspeitos, já que eles agiram sem máscaras. Através desta ações, a polícia espera conseguir levantar a identidade dos sequestradores. As equipes já sabem que um GM/Celta, um Fiat/Palio e uma Toyota/Hilux, foram utilizados na fuga dos criminosos.

Além disso, através da perícia já foram identificadas na residência da família cerca de 30 evidencias papilocopistas. Também está sendo feito o levantamento de imagens de sistemas de vigilância próximos ao local que possam ajudar a visualizar a ação dos sequestradores.