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Caminhoneiros planejam paralisação nacional nesta quinta-feira

De acordo com os organizadores, manifestação não tem relação com a prisão de Jair Bolsonaro, mas sim contra as atuais condições de trabalho da categoria

Por: Marcelo Aguiar Fonte: Redação
02/12/2025 às 09h39
Caminhoneiros planejam paralisação nacional nesta quinta-feira
Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet

Redação - Folha Extra

BRASIL - Caminhoneiros de todo o país estão mobilizados para realizar uma paralização que está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (04). As informações são do jornal Metropoles. Segundo os organizadores, a manifestação não tem relação com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas sim contra as atuais condições de trabalho da categoria.

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Um dos nomes a frente da mobilização é o caminhoneiro Daniel Souza, nome que ficou conhecido por ser uma das lideranças da greve nacional em 2018 que paralisou o país. Segundo ele, o assunto Jair Bolsonaro já acabou e a categoria vai protestar contra a situação atual do Brasil e também em relação as condições de trabalho dos caminhoneiros que são precárias.

“O país está parado há três anos, a questão Jair Bolsonaro já acabou e temos que pensar na realidade do país. Os caminhoneiros estão trabalhando em condições precárias com baixa remuneração, leis que não temos como cumprir por falta de estrutura, as rodovias não tem segurança, ou seja, o respeito com nossa classe acabou”, destacou.

Conforme os organizadores, a manifestação deve ter como principal objetivo reivindicar melhorias como a estabilidade contratual dos caminhoneiros, condições e garantias para o cumprimento das leis, reformulação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas, aposentadoria especial com 25 anos de trabalho entre outras melhorias para classe.

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Ainda de acordo com a reportagem do Metrópoles, o movimento deve ter apoio do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens (Sindican). Apesar da organização contar com o apoio de grande parte dos caminhoneiros, ainda há uma parcela de trabalhadores e sindicatos que não são totalmente favoráveis ao movimento por entender que há uma questão política por trás da manifestação.