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Mãe é morta na frente do filho de dois anos durante assalto no Rio de Janeiro

Mulher foi surpreendida por dois caras em uma moto que fugiram após realizar os disparos

Por: Marcelo Aguiar Fonte: Redação
06/11/2025 às 16h29
Mãe é morta na frente do filho de dois anos durante assalto no Rio de Janeiro
Foto: Divulgação.

Redação - Folha Extra

RIO DE JANEIRO - Uma mulher de 24 anos foi morta a tiros na manhã de terça-feira (4) enquanto empurrava o carrinho do filho de dois anos em Sepetiba, zona oeste do Rio de Janeiro. A vítima foi identificada como Laís de Oliveira Gomes Pereira, técnica de enfermagem e mãe de duas crianças. O crime ocorreu na Travessa Santa Vitória, por volta das 8h, logo após ela deixar a filha mais velha, de quatro anos, na escola.

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De acordo com informações da Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta se aproximaram e efetuaram os disparos. A vítima foi atingida e morreu ainda no local. O filho, que estava no carrinho, não foi ferido. Moradores acionaram o socorro, mas Laís já estava sem vida quando o atendimento chegou.

A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A principal linha de investigação aponta para um possível crime passional, já que os suspeitos não anunciaram assalto nem levaram nenhum pertence da vítima, o que afasta a hipótese de latrocínio.

Câmeras de segurança instaladas na região registraram os suspeitos circulando pelas proximidades momentos antes do crime. As imagens estão sendo analisadas pelos investigadores, que buscam identificar a rota de fuga e os autores dos disparos.

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Laís era conhecida na comunidade por seu trabalho como técnica de enfermagem e por sua dedicação à família. Amigos e moradores relataram que ela era uma pessoa tranquila e muito querida na vizinhança. Após a confirmação de sua morte, mensagens de luto e pedidos por justiça se espalharam pelas redes sociais.

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande. A Delegacia de Homicídios segue colhendo depoimentos e apurando informações sobre possíveis ameaças ou desavenças que possam estar relacionadas ao caso. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.