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Lideranças do agronegócio se reúnem para ouvir proposta de candidatos ao governo

Lideranças do agronegócio se reúnem para ouvir proposta de candidatos ao governo

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13/08/2018 às 15h56 Atualizada em 13/08/2018 às 18h56
Lideranças do agronegócio se reúnem para ouvir proposta de candidatos ao governo

Os presidentes e lideranças de Sindicatos Rurais do Paraná participaram em Curitiba, de uma reunião, em Curitiba, para ouvir as propostas para o agronegócio paranaense dos três principais candidatos a governador do Estado nas eleições deste ano. O evento realizado no Hotel Bourbon tem a participação de três principais candidatos: João Arruda (MDB), Ratinho Júnior (PSD) e Cida Borghetti (PP).

O Sistema FAEP/SENAR-PR entregou o ‘Plano Diretor para o Agronegócio do Paraná 2019-2022’ aos candidatos. O documento tem diversas propostas para manter o agronegócio firme nos trilhos do desenvolvimento. Uma das principais propostas é a criação de um Grupo Estratégico do Agronegócio, com a coordenação direta do governador e secretariado pela Agência de Desenvolvimento. Com a devida autonomia e autoridade do novo órgão será possível mobilizar todo o aparato do Estado para facilitar a implantação de projetos no setor, em conjunto com organizações da iniciativa privada.

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Vereador de Curitiba por sete mandatos, professor de Gestão Pública, Jorge Bernardi (REDE) é o candidato da ex-ministra Marina Silva (REDE) ao governo do Estado. No período de convenções Bernardi conseguiu montar uma chapa com três partidos (REDE/PPL/DC), um luxo que orgulha o candidato. “Todos ficha limpa”, garante.

Com isso, Bernardi nega ser apenas um “palanque” para a presidenciável da Rede no Paraná. Ele terá 10 segundos em cada programa eleitoral de 9 minutos. A chapa também não dá a Bernardi força política local nos 399 municípios do Paraná. A chapa tem apenas dois prefeitos e 47 vereadores. Apesar disso, ele aposta na força da internet para passar a ser conhecido do eleitorado. “Mesmo sem fundo eleitoral, estamos investindo nisso, de forma ainda amadora, mas nossas ideias estão lá”, afirma.

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A suplente de deputada estadual Cristina Silvestri (PPS) vai tentar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa do Paraná.

A princípio ela iria disputar uma das vagas do Paraná na Câmara Federal.

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Mas com a morte prematura de Bernardo Ribas Carli, ocorreu um rearranjo das forças políticas em Guarapuava e Cristina vai buscar herdar os votos do conterrâneo.

 

As denúncias de corrupção nos governos Lula e Dilma Rousseff esvaziaram o Partido dos Trabalhadores no Paraná.

A legenda conseguiu arregimentar apenas 32 candidatos a deputado federal e outros 32 a estadual, além de Mirian Gonçalves ao Senado Federal e Dr. Rosinha ao Iguaçu.

Na chapa pura à Câmara Federal, apenas Enio Verri, Gleisi Hoffmann e Zeca Dirceu são os puxadores de votos, os demais são candidatos que dificilmente trarão resultados positivos nas urnas.

Para a Assembleia Legislativa do Paraná, os nomes fortes são Tadeu Veneri, Professor Lemos, Péricles de Mello e em menos densidade, Luciana Rafagnin – os demais postulantes devem ser coadjuvantes, sem respaldo eleitoral.