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Homem é preso por comércio de animais silvestre no Norte Pioneiro

Criminoso recebeu voz de prisão e foi autuado administrativamente a pagar R$2.245.700

Por: Fonte: Assessoria
03/10/2022 às 08h52
Homem é preso por comércio de animais silvestre no Norte Pioneiro
Foto: Divulgação.

A equipe do Pelotão de Polícia Ambiental de Jacarezinho foi até um endereço comercial de Ribeirão do Pinhal e, em fiscalização ambiental, neste sábado (01), constatou a existência naquele local de espécimes da fauna silvestre nativa sendo comercializados sem autorização do órgão ambiental competente.

Os policiais ambientais encontraram quatro tartaruga-tigre-d’água (Trachemys dorbigni), 20 caranguejo-uçá (Ucides cordatus) e uma jiboia (Boidae). Também foram encontrados peixes ornamentais acondicionados em sacos plásticos, sendo 398 peixes mortos jogados no chão e outros 516 vivos em uma caixa de isopor fechada.

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Segundo o Comandante do Pelotão de Polícia Ambiental de Jacarezinho, Tenente Renato Augusto Dias, o local onde era realizado o comércio dos animais é totalmente inapropriado para a manutenção em cativeiro de qualquer espécie, constatado pela equipe muita sujeira, ausência de ventilação, falta de luz, espaço físico, e abundância de peixes encaixotados um por cima dos outros, caracterizando o crime de maus tratos. “Alinhado a isso, o proprietário do local não possui nenhuma autorização ambiental para a instalação do empreendimento e mantimento dos espécimes, tampouco declaração de estoque e comprovante de origem”, disse o Tenente.

Conforme assentado pela equipe policial, o infrator já é costumeiro nesta prática delituosa, visto que já foi denunciado várias vezes por realizar intenso transporte e comércio ilegal de espécimes da fauna silvestre nativa brasileira.

Criminoso relatou aos policiais ambientais que buscava as tartarugas na cidade de Curitiba e as comercializavas pela quantia de R$ 100,00 (cem reais) a estabelecimentos comerciais da região, todas sem autorização ambiental.

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O infrator claramente infringiu diversas normas da legislação ambiental brasileira, tento recebido voz de prisão pelos crimes cometidos e sendo autuado administrativamente em R$ 2.245.700,00 (dois milhões e duzentos e quarenta e cinco mil e setecentos reais).