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Colégios cívico-militares: Um avanço ao Paraná

Colégios cívico-militares: Um avanço ao Paraná

Por: Da Redação
27/10/2020 às 15h42 Atualizada em 27/10/2020 às 18h42
Colégios cívico-militares: Um avanço ao Paraná

A proposta do Governo do Estado, aprovada majoritariamente na Assembleia Legislativa, é inédita no Brasil se comprovou eficaz e com excelentes resultados. O desempenho dos alunos dessa modalidade de escola é 20% melhor no Ideb do das escolas normais.

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Agora, os diretores das escolas que se enquadram no perfil cívico-militar estão convocando pais, professores e funcionários para aprovar ou não a mudança proposta pelo governo. As consultas públicas começaram na terça-feira, 27, e seguem até quarta-feira, 28.

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A proposta é democrática, a comunidade escolar através de uma espécie de referendo vai dizer sim ou não ao modelo na escola em questão. Para ter validade, mais de 50% das pessoas aptas devem participar da consulta.

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Por exemplo, se a comunidade escolar tem 500 integrantes, é necessário um quórum de pelos menos 251 pessoas. Para migrar ao modelo cívico-militar basta a aceitação de 50% e mais um voto do total. O resultado de todas as consultas deve sair até quinta-feira, 29.

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Os colégios cívico-militares vão ter carga horária ampliada, com aulas extras de português, matemática, educação financeira e valores éticos e constitucionais. Todos os estudantes vão receber uniformes e a formação de respeito às liberdades, apreço à tolerância, apropriação de valores com ênfase em comportamentos que valorizam o respeito e a honestidade.

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Os colégios terão maior participação e integração das famílias para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem, mais segurança no ambiente escolar e seu entorno, enfrentando a violência e promovendo a cultura da paz, além de prever uma forte atuação nas causas de repetência e abandono escolar.

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A nova modalidade de ensino funcionará com gestão compartilhada entre militares e civis em escolas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e no ensino médio. As aulas continuarão sendo ministradas por professores da rede estadual, enquanto os militares serão responsáveis pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina e atividades cívico-militares. Haverá um diretor-geral e um diretor-auxiliar civis, além de um diretor cívico-militar e de dois a quatro monitores militares, conforme o tamanho da escola.

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É uma ótima proposta que se espera por uma grande adesão.

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Você pode garantir que seu filho tenha esse ensino de qualidade.

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Basta participar da consulta, votando pela transformação dos colégios cívicos militares.