
DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA
CONGONHINHAS - A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu preventivamente um homem de 34 anos investigado por uma sequência de crimes praticados contra uma mulher em Congonhinhas, no Norte Pioneiro. As investigações apontam que a vítima teria sido submetida a uma rotina de violência marcada por agressões, ameaças, violência psicológica, injúria racial e até tortura.
A prisão foi realizada na tarde desta quarta-feira (1º), após policiais civis receberem informações estratégicas indicando que o investigado estava em um órgão público estadual. As equipes se deslocaram até o local, realizaram a abordagem e cumpriram o mandado de prisão preventiva expedido pelo Juízo Único da Comarca de Congonhinhas.
Segundo a Polícia Civil, durante a revista pessoal nenhum material ilícito foi encontrado e o homem não ofereceu resistência à prisão.
O investigado responde pelos crimes de tortura, injúria racial, violência psicológica contra a mulher, lesão corporal, ameaça e vias de fato. Diante da gravidade dos fatos apurados, a Justiça determinou sua prisão preventiva como forma de preservar a ordem pública, impedir a continuidade das práticas criminosas e garantir a proteção da vítima durante o andamento das investigações.
De acordo com o delegado Guilherme Dias Gomes, a rápida atuação da equipe foi fundamental para garantir o cumprimento da decisão judicial.
"A rápida localização e captura do investigado garantem o cumprimento da decisão judicial e contribuem para a proteção das vítimas durante o andamento das investigações", destacou o delegado.
Casos de violência doméstica e familiar continuam sendo uma das maiores preocupações das forças de segurança, especialmente quando envolvem crimes de extrema gravidade, como tortura e violência psicológica. Nesses casos, a prisão preventiva é uma medida prevista em lei para evitar novos episódios de violência e preservar a integridade física e emocional das vítimas.
Após a prisão, o homem foi encaminhado para os procedimentos de polícia judiciária e, posteriormente, transferido ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue acompanhando o caso e as investigações continuam conforme os trâmites legais.