Publicidade

Justiça decreta bloqueio de R$ 27 milhões de Richa, Plauto Miró e Rossoni

Justiça decreta bloqueio de R$ 27 milhões de Richa, Plauto Miró e Rossoni

Por:
23/10/2018 às 14h33 Atualizada em 23/10/2018 às 17h33
Justiça decreta bloqueio de R$ 27 milhões de Richa, Plauto Miró e Rossoni

(Foto: Ilustrativa - Reprodução/Internet)

A Justiça decretou o bloqueio de bens do ex-governador Beto Richa e dos deputados Plauto Miró (DEM) e Valdir Rossoni (PSDB) e de outros 11 investigados na Operação Quadro Negro. A decisão é de 11 de outubro e foi assinada pelo juiz Eduardo Lourenço Bana.

Veja abaixo quanto a Justiça pediu para ser bloqueado de cada um:

  • Carlos Alberto Richa: R$ 27 milhões;
  • Edmundo Rodrigues da Veiga Neto: R$ 27 milhões;
  • Eduardo Lopes de Souza: R$ 16 milhões;
  • Evandro Machado: R$ 16 milhões;
  • Luiz Eduardo da Veiga Sebastiani: R$ 27 milhões;
  • Marilane Aparecida Fermino da Silva: R$ 16 milhões;
  • Maurício Jandói Fanini Antonio: R$ 16 milhões;
  • Plauto Miró Guimarães Filho: R$ 27 milhões;
  • Tatiane de Souza: R$ 16 milhões;
  • Valdir Luiz Rossoni: R$ 27 milhões;
  • Valor Construtora e Serviços Ambientais – EIRELI: R$ 16 milhões;
  • Vanessa Domingues de Oliveira: R$ 16 milhões;
  • Viviane Lopes de Souza: R$ 16 milhões.

A decisão, porém, não detalha quanto, de fato, foi bloqueado de cada investigado.

Richa e os outros são investigados na Operação Quadro Negro, que apura o desvio de mais de R$ 20 milhões de obras de escolas públicas do estado.

Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), as fraudes foram cometidas em aditivos de obras fechados com a Construtora Valor, autorizados pela administração pública.

Para o MP, as investigações apontaram, em especial com base nas delações de Eduardo Lopes de Souza e Maurício Fanini, que os aditivos foram desnecessários e fraudulentos.

As investigações também apontaram que Maurício Fanini, ex-diretor da Secretaria de Estado da Educação (Seed), protagonista dos desvios de recursos, seguia ordens do ex-governador, que seria o principal beneficiário do esquema fraudulento.

Os procuradores dizem que mais de 20 mil alunos foram prejudicados com a ausência das escolas que deveriam ser concluídas.

 

Fonte: G1