
Renato Feder, secretário de Educação do estado do Paraná, será o novo ministro da Educação, afirmam interlocutores ouvidos pela Gazeta do Povo. O convite teria sido feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na noite desta quinta-feira (2). A nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial da União.
Essa é a quarta troca na chefia da pasta durante a gestão Bolsonaro. Carlos Decotelli deixou o cargo na última semana, após inconsistências em seu currículo tornarem insustentável sua permanência no posto. Ele sequer tomou posse. A nomeação de Feder foi antecipada pela revista Veja.
Como publicou a Gazeta do Povo, Feder, paulista, de 41 anos, é mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e tem perfil empreendedor e liberal de mercado. Ele reúne bagagem no setor privado como executivo de empresa de tecnologia e, na educação, tem experiência com Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Renato Feder, secretário de Educação do estado do Paraná, será o novo ministro da Educação, afirmam interlocutores ouvidos pela Gazeta do Povo. O convite teria sido feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na noite desta quinta-feira (2). A nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial da União.
Essa é a quarta troca na chefia da pasta durante a gestão Bolsonaro. Carlos Decotelli deixou o cargo na última semana, após inconsistências em seu currículo tornarem insustentável sua permanência no posto. Ele sequer tomou posse. A nomeação de Feder foi antecipada pela revista Veja.
Como publicou a Gazeta do Povo, Feder, paulista, de 41 anos, é mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e tem perfil empreendedor e liberal de mercado. Ele reúne bagagem no setor privado como executivo de empresa de tecnologia e, na educação, tem experiência com Educação de Jovens e Adultos (EJA).
O paulista teria sido indicado ao cargo por parlamentares do Centrão e da comunidade empresarial. Até que a nomeação seja publicada no DOU, a pasta está sob responsabilidade do secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel de Medeiros.
O agora ministro chegou a se reunir com o presidente, no Palácio do Planalto, no último dia 23 de junho - quando já estava entre os principais cotados para a pasta. À época, interlocutores com trânsito no MEC apontaram, no entanto, que a idade de Feder e seu histórico de doação para a campanha de João Doria à prefeitura de São Paulo teriam pesado como fator negativo para a escolha.
Via: Gazeta do Povo.