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Governo do Estado extingue decretos para modernizar a máquina pública

Governo do Estado extingue decretos para modernizar a máquina pública

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05/03/2020 às 16h26 Atualizada em 05/03/2020 às 19h26
Governo do Estado extingue decretos para modernizar a máquina pública

Na busca constante pela modernização da máquina pública, o governador Carlos Massa Ratinho Junior determinou nesta quarta-feira (04) a revogação de aproximadamente 700 decretos. As medidas canceladas foram selecionadas com base no exame da eficácia, aplicabilidade e funcionalidade dos decretos sob os aspectos técnico, social e econômico. Os atos, ressaltou o governador, aumentavam a burocracia do Estado.

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A formalização das revogações será publicada em Diário Oficial ainda nesta semana. O trabalho conduzido pela Comissão de Revisão Normativa da Casa Civil, criada nesta gestão justamente para analisar a compatibilização e consolidação normativa dos decretos estaduais, analisou mais de 64 mil decretos editados entre os anos de 1988 a 2018.

“Essa medida tem a finalidade desburocratizar a aplicabilidade dos decretos estaduais e facilitar o processo de pesquisa de legislação”, afirmou Ratinho Junior. “O mundo todo sofreu uma grande transformação, mas a máquina pública mudou muito pouco, ficando presa a mecanismos da década de 1980”, acrescentou.

EXEMPLO

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Boa parte das normas que estão sendo revogadas são das décadas 1980 e 1990. Entre elas, por exemplo, decretos que fixavam índices de participação dos municípios paranaenses no produto da arrecadação de impostos.

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Também foram revogados decretos que determinavam tarifas que não estão mais vigentes, como aqueles que dispunham das tarifas de serviços do transporte coletivo no Estado do Paraná.

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“Quando criamos a Comissão de Revisão Normativa, pensamos em dar mais clareza ao sistema normativo do Estado, tornando a gestão pública mais eficiente e menos burocrática”, explicou o Chefe da Casa Civil, Guto Silva. “É uma medida alinhada ao processo de modernização e enxugamento da máquina que o governo iniciou com a reforma administrativa”, disse.