Cachoeira do Espírito Santo

Cachoeira do Espírito Santo

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06/08/2013 às 12h00 Atualizada em 06/08/2013 às 15h00
Cachoeira do Espírito Santo

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A segunda parada da série “No interior do Norte Pioneiro” acontece no distrito da Cachoeira do Espírito Santo, em Ribeirão Claro, e tem cara de “final de semana”. Logo de cara já se percebe nitidamente que o distrito, edificado à margem da represa de Chavantes, tem no turismo seu foco principal.

Agora, antes de entrar nas particularidades do local, a curiosidade fica por conta do nome, já que por ali não existe nenhuma cachoeira, e os moradores do local que a equipe de reportagem encontrou não souberam informar a origem do nome.

“Indefinições nominais” à parte, a Cachoeira do Espírito Santo se apresenta com ruas pavimentadas e quarteirões bem definidos, sendo pacato durante dias de semana, porém recebe grande movimento nos finais de semana – prova disso é a existência de barzinhos, lanchonetes e até clubes privados ali.

Com boa infraestrutura, o lugar parece receber bem os turistas, sejam os esporádicos, sejam aqueles que já possuem casas no distrito.

E aí vale o destaque: Cachoeira do Espírito Santo conta com uma boa mescla de uma grande beleza natural e pelo menos duas dúzias de casas sensacionais margeando a represa (dessas casas que parecem clubes, com direito a garagem para lanchas e coisas do gênero).

Embora a maioria dessas residências se mostre inabitadas, sendo de uso exclusivo para lazer, se nota um grande investimento ali, já que, como foi dito, algumas casas são de alto padrão.

Assim, os cerca de 600 moradores do distrito, mais do que saber conviver com os turistas, sabem explorar a capacidade turística do lugar onde vivem.

Um bom exemplo disso é o comerciante Luís Carlos Cirelli, instalado na Cachoeira do Espírito Santo há 22 anos. Dono de uma lanchonete, ele conta que os donos de empreendimentos do ramo ali não tem o que reclamar. “A gente não tem o que reclamar não. O distrito está bem arrumado e o movimento aqui é grande, até porque existem muitos ranchos na beira da represa. Nossa economia vive basicamente do turismo”, conta.

Cirelli ainda detalha que o movimento geralmente começa nas sextas à noite, se prolongando até domingo a tarde. “Praticamente todo final de semana com o tempo bom existe movimento”, comemora.

Veja as Fotos:

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