Cidades PANDEMIA
Pela primeira vez no ano Wenceslau Braz zera casos de Covid-19
Após passar por momentos difíceis, município finalmente vive um período tranquilo
07/04/2022 11h16 Atualizada há 4 anos
Por: Fonte: Redação
Foto: Reprodução.

O começo do ano de 2022 foi um período de medos e incertezas. Quando finalmente havia esperança de tudo voltar ao normal uma nova onda do vírus atacou o mundo e dessa vez acompanhada da variante Ômicron, a mais contagiosas das cepas do coronavírus conhecidas até agora.

Em menos de um mês, municípios que estavam quase completamente recuperados da pandemia começaram a registrar números jamais vistos em outros períodos. Com o volumoso número de casos positivados, logo começaram a aparecer as mortes relacionadas a doença.

Apesar disso, a situação dessa segunda onda seria muito pior se não fosse a vacinação, graças a ela milhares de vidas foram salvas, um exemplo disso é uma comparação entre o início da pandemia e os dias atuais. No começo do aparecimento da doença, quando não existia nenhum imunizante, havia poucos casos e muitas mortes, já agora é o contrário, há muitos casos e poucas mortes. Isso mostra que a vacina vem cumprindo seu papel. Vale lembrar que, os imunizantes protegem contra o adoecimento e as formas mais graves da Covid-19, mas pessoas imunizadas também podem contrair e transmitir o vírus, porém com sintomas leves ou assintomáticos.

Na tarde desta quarta-feira (06), um dos acontecimentos mais esperados pela população brazensse finalmente aconteceu. Depois de todo esse período de caos e desespero, o município finalmente zerou os casos positivados da doença.

Conforme o último boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura municipal, atualmente o município totaliza zero casos ativos e zero suspeitos da doença. É a primeira vez no ano de 2022 que não há nenhuma pessoa contaminada com o vírus.  

Outra boa notícia é em relação à vacinação, que continua andando a todo vapor. De acordo com o último vacinômetro divulgado pela prefeitura, já se encontram imunizados com a primeira e a segunda dose 98% da população idosa entre 60 e 80 anos, 88% da população adulta entre 18 e 59 anos, 69% da população adolescente entre 12 e 17 anos e 34% da população infantil entre 5 e 11 anos.